Economia: A utilização de veículos a gás natural veicular (VGNs) proporciona uma poupança bastante significativa a dois níveis. Segundo dados da Associação Portuguesa do Veículo a Gás Natural (APVGN), na base de um litro equivalente, o gás natural custa cerca de 70% menos que o gasóleo. Por outro lado, os VGNs consomem um combustível de queima limpa, que reduz a necessidade de manutenção no que diz respeito a trocas de óleo ou velas de ignição, por exemplo.
Ambiente: O gás natural é o mais limpo dos combustíveis fósseis alternativos utilizados atualmente. As emissões de escape de dióxido de carbono dos VGNs são cerca de 20% inferiores, as emissões de hidrocarbonetos não metânicos são 80% inferiores, e as de óxidos de azoto são 40% inferiores às dos veículos movidos a gasolina. Além disso, os VGNs emitem quantidades significativamente inferiores de gases com efeito de estufa e toxinas. Ainda, não é corrosivo e não contamina os solos.
Segurança: Os VNGs são tão seguros quanto os veículos que operam com combustíveis convencionais. O excelente registo de segurança dos VGNs deve-se, fundamentalmente, à integridade estrutural do sistema de combustível e às qualidades físicas do gás natural. Os requisitos de segurança dos veículos movidos a gás natural são bastante exigentes, o que assegura ao utilizador níveis inquestionáveis de segurança.
Abundância: As reservas mundiais de gás natural equivalem a praticamente o dobro das de petróleo, segundo informações oficiais disponíveis no site Association for the Study of Peak Oil and Gas.Outro argumento de peso desta fonte energética é o facto de poder ser obtida através de sistemas extratores aplicados em lixeiras e aterros, extraindo biometano (também conhecido como biogás). O biometano pode ser transformado em gás natural e comprimido de forma a ser utilizado como fonte de energia em veículos. Desta forma, apresenta-se como uma energia renovável.